INSPIRE-SE EM JARDINS DE PROJETOS COMERCIAIS CHEIOS DE BOAS IDEIAS

Bosque no meio da cidade, bancos para apreciar a vista, fonte e painel vertical são algumas das ideias que roubamos de três projetos comerciais e que podem ser facilmente implantadas em casas com espaço reduzido ou de sobra. Veja qual é seu caso e inspire-se para seus móveis planejados!
FLORESTA URBANA
Para aflorar a criatividade de seus funcionários, a agência de publicidade F.biz contratou os paisagistas João Fausto Maule e Bel Zaidan, da Passear Verde, que criou áreas com plantas nos 11 pavimentos da empresa. Nas varandas e terraços, caixas de fibra de vidro pintadas no tom da agência acomodam pitangueiras, embaúbas, filodendros e dracenas arbóreas. Já na praça ao lado do restaurante fica o ponto alto do projeto: um espaço de convivência recheado de plantas tropicais. “A ideia era incentivar as pessoas a curtir o jardim. Desenhamos um caminho com seixos negros, acrescentamos alguns bancos soltos e preenchemos o espaço com espécies nativas da região, como os curculigos e as mirindibas”, conta Fausto.
ESPAÇO DE PAZ
Quem passa pelos portões desta casa logo esquece que ela está a poucos metros da Avenida 23 de Maio, uma das vias mais movimentadas de São Paulo. O aroma das flores, o degradê das folhagens e as diferentes texturas encantam quem frequenta a Casa do Ser, comandada pela terapeuta holística Catia Mellão. “Não havia nada no terreno. Como sempre gostei de plantas, fiz várias visitas à Ceagesp até o jardim ficar como eu queria”, conta. Logo na entrada, maciços de antúrios, moreias e espadas-de-são-jorge se misturam a vasos com ametistas e ervas. No corredor lateral, alpínias, gardênias, lavandas e rosas estão reunidas em vasos de barro.
PERFUME DE ORIENTE
Para contrabalancear a rotina de trabalho sempre pesada, este escritório de advocacia queria um espaço zen, que passasse tranquilidade. Graças à paisagista Drica Diogo, a área em L, subaproveitada, ganhou uma fonte de cobre, um jardim vertical e exemplares de pata-de-elefante e bambu-negro. “Apesar de contar com o elemento da água, a textura das pedras e a leveza do bambu, o espaço não é totalmente oriental. Quis dar um toque tropical e contemporâneo com a bordadura de suculentas”, conta. A mureta, que apontava o desnível do terreno, foi transformada em banco com réguas de cumaru frisado.